Estudo 06 - O Mistério das Cartas II (Ap 3) - Estudos Bíblicos Adventistas

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Estudo 06 - O Mistério das Cartas II (Ap 3)

Mistérios do Apocalipse
V – A quinta carta foi dirigida a SARDES, outra importante cidade, uma cidade rica e luxuosa, capital da Lídia, na Ásia Menor.

 
SIGNIFICADO. A palavra Sardes significa: "Restante", ou "Cântico de Alegria".

 
PERÍODO. Historicamente Sardes representa, crê-se, a fase da igreja que se estendeu do começo do Século XVI à metade do Século XVIII. (1517-1755.) Pode ser chamada a Era da Sobrevivência.

 
A essa igreja o Senhor se dirige como "Aquele que tem os sete espíritos de Deus" (Apocalipse 3:1) – certamente uma figura do Espírito Santo e Sua perfeição, bem como da variedade dos dons pelos quais opera o Espírito.

 
REPROVAÇÃO. E como tal dá a impressionante mensagem:

 
Apocalipse 3:1 – "Conheço as tuas obras, que tens nome de que vives, e estás morto."

 
Esta é a grande falta de Sardes: Ter o nome de que vive e estar morto. Professar conhecer a Deus, ser fiel ao Senhor, e não ser fiel. Estar enganado. Triste coisa é estar enganado, principalmente quando se trata da nossa condição espiritual.

 
O povo de Deus nessa fase havia alcançado mais clara luz do evangelho. A grande doutrina da Justificação pela fé, entre outras teve o devido realce. Mas controvérsias doutrinárias levaram à formação de credos e ao consequente desinteresse pelo contínuo exame das Escrituras Sagradas. Isso resultou em formalismo religioso.

 
Durante os séculos 17 e 18 surgiu o Racionalismo, sistema que no campo da ciência política e outros produziu boas coisas, porém na área religiosa teve efeitos negativos, por sobrepor a razão à revelação. À luz das descobertas da ciência, muitos sábios vieram a crer que as leis naturais são a verdadeira causa do funcionamento do Universo. A ação de Deus foi dispensada. Muitos passaram a dar ao Criador o mero papel de primeira causa. Essa idéia de que o Universo funciona pela operação das leis naturais, que esquece serem essas leis instrumentos da constante ação de Deus, muito contribuiu, também, para a indiferença espiritual dessa fase da história da igreja.

 
Que revelação da Testemunha Fiel aos cristãos de Sardes: tens nome de que vives, mas estás morto! Seria o caso de que estas palavras se apliquem também a nós, a você, a mim? Pensarmos que estamos espiritualmente seguros, quando na verdade estamos em grave perigo? O pecado tem o poder de cegar. E quem está morto, física ou espiritualmente falando, não tem consciência dessa condição.

 
Como guardar-nos de tão grande engano? A nossa segurança está em confiar a alma ao Salvador Jesus Cristo. Ele é a nossa luz, nossa justiça e suficiência. A Ele devemos orar sempre, como fez Davi: "Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho mau, e guia-me pelo caminho eterno." Salmo 139:23 e 24.

 
CONSELHO. Aos que estavam em falta, Jesus disse:

 
Apocalipse 3:3 – "Lembra-te, pois, de como tens recebido e ouvido, guarda-o, e arrepende-te."

 
"Guarda-o". Isto não significa se apegar aos pecados; mas apegar-se ao conforto, à fé, à esperança que Deus nos deu em Sua Palavra. Nunca desanimemos. Uma pessoa desanimada nada pode fazer.

 
Satanás procura desanimar você, dizendo que de nada vale servir a Deus, que não há vantagem nisso, que tão bem se pode ter prazer e gozo no mundo. Mas "que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?" Você pode ter prazer mundano à custa do mundo do futuro. Mas pode você pagar tal preço?

 
"É-nos dito que nos apeguemos a toda a luz recebida do Céu, e vivamos segundo a mesma. Por quê? Porque Deus quer que entendamos a verdade eterna e sejamos como Seus ajudadores comunicando a luz aos que não conhecem o Seu amor para com eles. Quando vos entregastes a Cristo, fizestes uma promessa na presença do Pai, do Filho e do Espírito Santo, os três grandes Dignitários pessoais do Céu. Apegai-vos a essa promessa."

 
"E arrepende-te". A vida que vivemos deve ser de contínuo arrependimento e humildade. Precisamos arrepender-nos constantemente a fim de ser constantemente vitoriosos. Tendo verdadeira humildade, temos vitória. O inimigo nunca pode tirar da mão de Cristo o que confia em Suas promessas. Se a alma confia e obedientemente trabalha, a mente é susceptível de impressões divinas e a luz de Deus brilha nela iluminando o entendimento. Que privilégio temos nós em Jesus Cristo!"

 
ELOGIO. Mesmo nessa fase de frieza espiritual havia na igreja cristãos zelosos. Jesus diz:

 
Apocalipse 3:4 – "Tens, contudo, em Sardes, umas poucas pessoas que não contaminaram as suas vestiduras, e andarão de branco junto comigo, pois são dignas."

 
"Pessoas que não contaminaram as suas vestiduras", isto é, o seu caráter. Quem são esses filhos de Deus que vivem no meio do pecado, da indiferença, sem poluir seu caráter? É você um deles? Sou eu? Deus tem filhos verdadeiros neste mundo de pecado, se outros podem vencer pelo poder de Deus, não poderá você? Não poderei eu?

 
PROMESSA. À igreja de Sardes é dada uma das mais belas promessas do Livro Sagrado:

 
Versículo 5 – "O vencedor será assim vestido de vestiduras brancas, e de modo nenhum apagarei o seu nome do Livro da Vida; pelo contrário, confessarei o seu nome diante de Meu Pai e diante dos Seus anjos."

 
No grande dia de juízo os nomes dos professos filhos de Deus que deixaram o caminho do Senhor serão riscados do Livro da Vida. Mas o nome do vencedor será mantido. Que preciosa garantia!

 
Amigo, você pode ser pequeno e desprezado na Terra, mas se o seu nome estiver no Livro da Vida, você tem um futuro de glória. O caminho aqui poderá ser áspero, as provações severas, mas se o seu nome estiver nesse Livro, você terá ventura eterna com Deus. Poderá ser que você desça ao escuro vale da sombra da morte, mas se o seu nome estiver no Livro da Vida, você ressuscitará um dia para uma existência imortal.

 
 
 
Em nossa já longa caminhada através da história da Igreja consideramos cinco das suas sete principais fases, cobertas pelas cartas de Cristo à Igreja. Hoje trataremos das duas últimas fases – as de Filadélfia e Laodicéia.

 
VI – A sexta carta é dirigida a FILADÉLFIA.

 
PERÍODO. A mensagem a Filadélfia é apropriada ao período que se estendeu da metade do Século XVIII à metade do Século XIX, ou para ser mais exato, de 1755 a 1844. Esse foi o tempo do Grande Despertamento em torno da Segunda Vinda de Cristo. A certa altura desse período 1000 pregadores do evangelho, na Europa e na América, proclamavam haver chegado o tempo do fim. A cristandade foi literalmente sacudida com esse grande anúncio.

 
Sobre esse despertamento, diz o autor do livro Daniel e Apocalipse: "Homens de todas as denominações achavam-se convencidos de que a Vinda de Cristo estava próxima. Ao saírem das várias igrejas, deixaram para trás nomes e sentimentos sectaristas e cada coração batia em uníssono ao se unirem todos para dar o alarma às igrejas e ao mundo, e apontarem para a Vinda do Filho do homem como a verdadeira esperança do crente. Egoísmo e cobiça foram postos de lado e acariciou-se um espírito de consagração e sacrifício. O Espírito de Deus estava com cada verdadeiro crente, e o Seu louvor em cada língua. Os que não estiveram nesse movimento não podem compreender plenamente quão diligente foi o exame de coração, quão grande a consagração a Deus, a paz e o gozo no Espírito Santo, bem como o amor puro e fervente de um para com outro que gozavam os verdadeiros crentes." – Daniel and the Revelation, págs. 386 e 387.

 
 
A crença e pregação de que chegara o tempo do fim baseavam-se também no cumprimento dos primeiros sinais do fim, que então ocorreram: o Terremoto de Lisboa, em 1755; o Escurecimento do Sol, em 1780; a Queda das Estrelas, em 1833.

 
Muito apropriadamente o Autor das cartas à Igreja Se dirige a Filadélfia com as palavras: "Venho sem demora." O Salvador Jesus Cristo nada fala de Sua volta às três primeiras fases da Igreja: Éfeso, Esmirna e Pérgamo.

 
A Tiatira, cujo período estendeu-se até o Século XVI, Ele diz: "Conservai o que tendes, até que Eu venha." (Apocalipse 2:25.) A Sardes, que veio depois: "Se não vigiares, virei como ladrão." (Apocalipse 3:3.) Finalmente aos Seus filhos da Fase do Despertamento, ao povo do tempo do fim, Suas palavras são mais positivas: "Venho sem demora."

 
CONSELHO. Por estar próximo o fim, Jesus diz aos cristãos de Filadélfia:

 
Versículo11 – "Conserva o que tens para que ninguém tome a tua coroa."  Isto é: "Se apegue à luz que Deus deu a você, persevera no caminho do Senhor. A recompensa está próxima."

 
É triste coisa deixar o caminho do Bem, o caminho de Deus, em qualquer tempo. Porém, é trágico perder o ânimo, recuar, deixar o caminho quando estamos perto do alvo. Estamos hoje mais perto do fim do que o estavam as filhos de Deus da sexta fase da Igreja.

 
Já se avistam, pela fé, os montes de Canaã. Breve a vitória final será alcançada e o povo de Deus receberá o supremo bem; a entrada no reino celeste.

 
Estão os seus olhos fitos no grande alvo? Estão os seus pés no caminho? Você vive segundo a luz que Deus lhe deu? Se você não é zeloso das coisas de Deus, tome a peito o conselho: "Conserva o que tens, para que ninguém tome a tua coroa."

 
Aos cristãos do Despertamento, aos Seus filhos do tempo do fim, Jesus diz:

 
Versículo 8 – "Eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta, a qual ninguém pode fechar."

 
Uma porta aberta é símbolo de oportunidade. A porta aberta, aqui mencionada, é, sem dúvida, uma nova fase de obra mediadora de Cristo posta ao alcance de Seus seguidores. Segundo a grande profecia de Daniel 8:14, o ano de 1844 marcou o início da fase final da obra de Cristo em favor do homem.

 
Nestes dias finais da História, Satanás redobrará esforços para fazer naufragar na fé quantos servem ao Senhor. O diabo está "cheio de grande cólera, sabendo que pouco tempo lhe resta."' Apocalipse 12:12. Mas a ajuda do Céu está ao alcance de cada filho de Deus.

 
A porta de acesso ao Salvador está aberta. E pessoa alguma, poder algum na Terra pode impedir que chegue a Ele o nosso apelo, ou venha a nós a Sua bênção.

 
PROMESSA. E agora a promessa ao vencedor em Filadélfia:

 
Apocalipse 3:12 – "Ao vencedor, fá-lo-ei coluna no santuário do Meu Deus, e daí jamais sairá; gravarei também sobre ele o nome do Meu Deus, o nome da cidade do Meu Deus, a Nova Jerusalém que desce do Céu, vinda da parte do Meu Deus, e o Meu novo nome."

 
Que segurança dá Cristo ao que a Ele se apega com fé!

 
"Gravarei ... sobre ele o nome do Meu Deus." O nome representa o caráter. A promessa é, pois: Eu lhe darei o caráter de Deus, isto é, um caráter qual o que Ele próprio possuiu quando esteve na Terra. Mais:

 
"Gravarei . . . sobre ele... o nome da cidade do Meu Deus." O nome da cidade de Deus indica o destino do justo: Ele habitará a Jerusalém celestial. Que incentivo à perseverança em servir a Deus! Como diz S. Paulo: "Não abandoneis, portanto, a vossa confiança; ela tem grande galardão. Com efeito, tendes necessidade de perseverança, para que havendo feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa. Porque ainda dentro de pouco tempo aquele que vem virá, e não tardará." Hebreus 10:35-37.

 
 
VII – A última das sete cartas é dirigida a LAODICÉIA, outra cidade da Ásia, fundada por Antíoco II, e assim denominada em honra de sua mulher, Laodice. Laodicéia era um próspero centro comercial, cuja especialidade era a produção de artigos de lã.

 
PERÍODO. Historicamente ela representa a fase final da história da Igreja, o período que se estende de 1844 à Segunda Vinda de Cristo. É o tempo da preparação para o fim.

 
Aos cristãos de Laodicéia o Salvador Se dirige como "a testemunha fiel e verdadeira," Aquele que é o perfeito Representante do caráter e vontade de Deus, que não erra em Seu julgamento e não pode mentir.

 
REPREENSÃO. Em Seu diagnóstico dos cristãos atuais, Jesus diz:

 
Apocalipse 3:15 e 16 – "Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente. Quem dera fosses frio, ou quente! Assim, porque és morno, e nem és quente nem frio estou a ponto de vomitar-te da Minha boca."

 
Aí está: Não és quente nem frio, mas morno. O estado espiritual da maioria de Seus professos filhos no tempo presente é de mornidão, indiferença, satisfação própria.

 
Esse estado de mornidão decorre da convicção de que a Igreja está espiritualmente enriquecida, quando na verdade o seu estado é de penúria. Jesus prossegue:

 
Versículo 17 – "Pois dizes: Estou rico e abastado, e não preciso de coisa alguma, e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu."

 
Notemos a jactância: "Estou rico e abastado, e não preciso de coisa alguma." Provavelmente esta jactância decorre do fato de que Laodicéia foi abençoada com grande luz, com especial conhecimento das verdades do evangelho. Talvez também de possuir ela modelar organização.

 
E muitos na Igreja se contentam com isto. Têm mesmo certa medida de orgulho de possuir a verdade, de pertencer à igreja verdadeira. Eles possuem a verdade, mas não a praticam. Têm a luz, mas não a seguem. E luz não seguida é luz que condena. A Escritura diz:

 
"E a condenação é esta: Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más. Porque todo aquele que faz o mal aborrece a luz, e não vem para a luz, para que as suas obras não sejam reprovadas." S. João 3:19 e 20.

 
Aos olhos de Deus estes Seus professos filhos, que se julgam espiritualmente ricos, aparecem como pobres e necessitados.

 
Apocalipse 3:17 – "E nem sabes," diz a Testemunha fiel, "que és infeliz, sim, miserável, pobre, cego c nu."

 
O orgulho de opinião, a presunção de riqueza e segurança espiritual é pecado para o qual quase não há esperança, pecado quase incurável. Esse estado da alma leva o crente a se sentir satisfeito e impede todo crescimento. A tais pessoas o Salvador diz: "Quem dera fosses frio, ou quente!"
 
O que está espiritualmente quente está transbordante de amor e de zelo. Aquele que está espiritualmente frio sente sua frieza, sua necessidade e pode ser movido a buscar ajuda. O que está morno está satisfeito – a temperatura tépida até induz ao sono. E porque assim é, o cristão morno não se interessa por melhorar-se. Daí a preocupação do Salvador.

 
O estado de mornidão é um estado em que o coração está dividido entre Deus e o mundo. Essa condição espiritual traz dano ao indivíduo e também aos outros.

 
"Os cristãos de coração dividido são piores do que os incrédulos; pois suas palavras enganosas e sua posição indefinida levam muitos a abandonar o caminho. O incrédulo mostra a sua bandeira. O cristão morno engana ambos os lados. Ele não é nem bem mundano, nem bem cristão. Satanás o emprega para fazer um trabalho que nenhum outro pode fazer."

 
Por ser morna a condição de Laodicéia, Jesus diz: "Estou a ponto de vomitar-te da Minha boca." Estas palavras expressam a aversão do Céu à religião formal – à religião dos que professam ser luz quando são trevas, que cultivam o amor próprio e não têm lugar para o amor de Cristo; que dizem, mas não fazem, que confiam no conhecimento da verdade, no pertencerem à igreja, no trabalho que fazem, em vez de confiar em Cristo e viver no mundo a vida perfeita que Ele quer dar. Tal religião, qual água tépida, é nauseante ao Senhor.

 
CONSELHO. Jesus, porém, não Se limita a revelar a pobreza de Seus filhos nesta fase da Igreja. Aponta o caminho para torná-los ricos. Ele diz:
 
Versículo 18 – "Aconselho-te, que de Mim compres ouro refinado pelo fogo para te enriqueceres, vestiduras brancas para te vestires, a fim de que não seja manifesta a vergonha da tua nudez, e colírio para ungires os teus olhos, a fim de que vejam." Estas são as coisas que nos fazem ricos diante do Céu.

 
"O ouro que Ele (Cristo) oferece é sem mistura, mais precioso que o ouro de Ofir; pois é fé e amor. A vestidura branca que Ele convida a alma a usar é o Seu próprio manto de justiça; e o óleo para unção é o da Sua graça, que dará visão espiritual à alma em cegueira e trevas; para que possa distinguir entre a operação do Espírito Santo e a do espírito do inimigo."

 
De quem devem os bens do Céu ser obtidos? Do Salvador Jesus Cristo. "Aconselho-te que de Mim compres" – isto é, que de Mim recebas estas coisas. Jesus é a fonte da fé, do amor verdadeiro. Ele é a nossa justiça. É a imputação de Sua justiça, Sua perfeição, que justifica o pecador; é a comunicação do Seu perfeito caráter que santifica Seus filhos. É o manto da Sua justiça que nos qualifica para aparecermos diante de Deus irrepreensíveis. E assim Cristo é a nossa suficiência, nossa esperança. "Não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos." Atos 4:12.

 
Se bem que nenhuma outra fase da Igreja recebeu repreensão tão severa como Laodicéia, o amor de Jesus para com Seus filhos neste tempo é manifestado nas palavras:

 
Versículo 19 – "Eu repreendo e disciplino a quantos amo. Sê, pois, zeloso, e arrepende-te."

 
O nenhum louvor a ela dado, a forte censura a ela feita, foram expressão do amor. Foi por amar Seus indiferentes filhos e por ver neles possibilidades de reforma e vitória, que o Senhor os repreendeu. Então temos o quadro, tão terno quanto animador, de Jesus batendo à porta do coração:

 
Versículo 20 – "Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a Minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e cearei com ele e ele comigo."  Este quadro mostra o que o Salvador faz por todos os homens. Mas especialmente em relação aos cristãos de Laodicéia – os Seus professos filhos do presente tempo.

 
Porventura, como se dá com tantos hoje, é você um cristão formal, descuidado, com fraco amor e pequena fé, espiritualmente morno? Ouça então o bater do Ajudador divino, arrependa-se e abra a porta do seu coração. Jesus entrará e fará você rico em bens do Céu – rico na fé, no amor, na prática da justiça, no zelo. Jesus qualificará você para o encontro com Ele na Sua breve volta.

Pr. Roberto Biagini
prbiagini@gmail.com
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