Estudo 16 - O Mistério de Babilônia - Estudos Bíblicos Adventistas

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Estudo 16 - O Mistério de Babilônia

Mistérios do Apocalipse
Babilônia é um dos mistérios do Apocalipse. E é nesta mesma palavra que a Babilônia é descrita em Apo 17: um mistério, aparentemente indecifrável. O próprio apóstolo João se admirou grandemente quando lhe foi dada a visão.

 
Disse o anjo a João:Por que te admiraste? Dir-te-ei o mistério.” E o anjo lhe deu as pistas para que João pudesse entender a mensagem. O que significa Babilônia? Qual é o mistério da Babilônia? Por que a Babilônia é chamada de “um mistério, Babilônia, a grande...”? [Apo 17:5].

 
O Apocalipse contém o último chamado do Deus de amor para os moradores da Terra (Apo­ 14:6-14), expõe-nos as artimanhas de Satanás e descreve a organização que ele tem pa­ra o seu trabalho. Nenhum outro livro apresenta um conteúdo de tanta importância como este, para o homem moderno. Sua mensagem é tão crucial e imperativa que Deus pronunciou uma terrível sentença sobre todo aquele que tentar alterar sua mensagem (Apo 22:18, 19).

 
Uma das tremendas revelações que Deus nos faz neste livro é a respeito do que Ele chama o mistério de Babilônia, a grande meretriz, e de como o conteúdo dessa mensagem pode afetar nossa salvação. Este é o nosso estudo de hoje.

 
I – BABILÔNIA, SÍMBOLO DE APOSTASIA ESPIRITUAL

 
1. Como a Babilônia é apresentada pela 1ª vez no Apocalipse?

 
Apo 14:8: Seguiu-se outro anjo, ... dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia.

 
Babilônia se originou na terra de Sinar, onde os antigos habitantes da Terra tentaram edificar uma cidade famosa. Eles queriam se livrar de mais um Dílúvio, e então tiveram a ideia de construir uma torre, a Torre de Babel, que atingisse os céus, além do alcance das águas. Mas Deus lhes confundiu a linguagem e eles mergulharam na confusão. Por isso, aquele lugar se chamou de Babel ou Babilônia que significa confu­são [Gên 11:9].

 
Portanto, Babilônia se tornou símbolo de confusão religiosa. Em Apocalipse, Babilônia é um símbolo da confusão de doutrinas e credos que se multiplicaram para enganar as pessoas e desviá-las da verdadeira adoração a Deus. É um símbolo adequado para as igrejas populares e se­culares, com suas centenas de diferentes seitas e doutrinas contraditórias.

 
A segunda mensagem angélica apresenta uma Babilônia mística ou simbólica, pois a Babilônia literal já havia sido destruída nos tempos do Antigo Testamento e ela nunca mais seria habitada (Isa 13:19-21). Babilônia é grande porque se tornou universal.

 
É interessante notar que a Bíblia de Jerusalém (tradução católica), comentando Apo 17:5 diz que "Babilônia é o nome simbólico de Roma". Devido ao sentido simbólico da mensagem dos três anjos, devemos interpretar a queda de Babilônia como queda espiritual ou religiosa. O comentário da Bíblia de Jerusalém diz que Roma arrastou to­das as nações à idolatria.

 
2. Que mensagem de outro anjo indica, aos sinceros que ainda estão em Babilônia,  que sua queda religiosa é grave?

 
Apo 18:2,5: [2] Então, exclamou [o anjo] com potente voz, dizendo: Caiu! Caiu a grande Babilônia e se tornou morada de demônios, covil de toda espécie de espírito imundo e esconderijo de todo gênero de ave imunda e detestável, ...

 
[5] porque os seus pecados se acumularam até ao céu, e Deus se lembrou dos atos iníquos que ela praticou.”

 
“Os pecados de Babilônia se acumularam até o Céu.” E certamente não ficarão impunes.

 
Esta solene declaração divina demonstra que há pessoas bem-intencionadas dentro da Babilônia Mística, os quais demonstrarão sua sinceridade obedecendo às ordens de Deus, cumprindo a Sua vontade.

 
II – BABILÔNIA, A GRANDE MERETRIZ

 
3. Sob que outra figura de degradação Deus apresenta a Igreja caída?

 
Apo 17:1,3,4,5:

 
[1] Veio um dos sete anjos que têm as sete taças e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei o julgamento da grande meretriz que se acha sentada sobre muitas águas,

 
[3] ... Vi uma mulher montada numa besta escarlate, besta repleta de nomes de blasfêmia, com sete cabeças e dez chifres.

 
[4] Achava-se a mulher vestida de púrpura e de escarlata, adornada de ouro, de pedras preciosas e de pérolas, tendo na mão um cálice de ouro transbordante de abominações e com as imundícias da sua prostituição.

 
Em Apo 12, temos uma mulher pura, símbolo da igreja verdadeira e fiel; em Apo 17, temos uma mulher impura, símbolo da falsa igreja. A meretriz é símbolo de uma Igreja que se prostituiu;  que teve uma queda doutrinária e espiritual. A Bíblia de Jerusalém comenta que a prostituição é o símbolo da idolatria.

 
Um an­tecedente bíblico ajuda a entender este ponto de vista, encontramo-lo em Ezequiel 23:37, 38, que diz: "Com seus ídolos adulteraram... Ainda isto Me fizeram... profanaram os Meus sábados".

 
III – A SEDE UNIVERSAL DE BABILÔNIA

 
4.  Onde seria a Sede universal da Igreja caída?

 
Apo 17: 7, 9, 15: “[7] O anjo, porém, me disse: Por que te admiraste? Dir-te-ei o mistério da mulher e da besta que tem as sete cabeças e os dez chifres e que leva a mulher: ...

 
[9] Aqui está o sentido, que tem sabedoria: as sete cabeças são sete montes, nos quais a mulher está sentada...

 
[15] Falou-me ainda: As águas que viste, onde a meretriz está assentada, são povos, multidões, nações e línguas.”

 
Diz o Comentário da Bíblia de Jerusalém, em Apo 17:3: "As sete cabeças são as sete colinas de Roma". A besta (Roma) leva sentada sobre si uma igreja prostituída, o que dá a en­tender claramente que sua Sede estaria em Roma, a cidade dos 7 montes, ou 7 colinas.

 
Outra revelação que nos faz Deus neste capítulo de Apocalipse é que essa igreja de Roma seria católica (católica quer dizer universal), pois estava sentada sobre muitas águas que significam "povos, multi­dões, nações e línguas" (Apo 17:15).

 
IV – O VINHO DE BABILÔNIA

 
5. Do ponto de vista de Deus, qual seria a influência religiosa negativa que exerceria a Igreja de Roma sobre a Humanidade?

 
Apo 17:2, 4:  “Com quem se prostituíram os reis da terra; e, com o vinho de sua devassidão, foi que se embebedaram os que habitam na Terra...
 
[4] Achava-se a mulher vestida de púrpura e de escarlata, adornada de ouro, de pedras preciosas e de pérolas, tendo na mão um cálice de ouro transbordante de abominações e com as imundícias da sua prostituição.”

 
18:3: pois todas as nações têm bebido do vinho do furor da sua prostituição. Com ela se prostituíram os reis da terra. Também os mercadores da terra se enriqueceram à custa da sua luxúria.

 
Prostituição na Bíblia é símbolo da união ilícita entre a Igreja e o Estado. As cores púrpura e escarlata são as cores do papado, que representam a iniquidade [Isa 1:18]. O adorno de ouro, pedras preciosas e pérolas indica a sua riqueza, e as imundícias de sua prostituição indicam a sua luxúria. Os reis da Terra submetidos indicam o seu domínio universal. E o vinho de Babilônia é símbolo das suas doutrinas falsas.

 
A igreja caída serve às nações o vinho do cálice de suas doutrinas adúlteras, seduzindo e embriagando as multidões espalhadas em todo o mundo, em uma influência mundial. Com elas tem embriagado os crentes, os quais não percebem os erros mencionados.

 
Satanás cega as pessoas com doutrinas falsas. O apóstolo Paulo escreveu: “O deus deste século [Satanás] cegou o entendimento dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo.” [2Cor 4:4].

 
Vejamos al­guns poucos dos muitos exemplos que existem, lamentavelmente. Contrastaremos a doutrina pura com a doutrina adulterada para facilitar a compreensão.

 
1.  A doutrina pura: A Bíblia é a Palavra de Deus, regra de fé e de doutrina (2Tim 3:15-17; 2Pe 1:19).

 
O vinho adulterado: a Tradição que substitui a Palavra de Deus (Mar 7:6-13; Gál 1:6-9; Apo 22:18, 19).

 
2.  A doutrina pura: Cristo é o único e suficiente Salvador (Atos 4:10-12); Cristo é o único suficiente Mediador (I Timóteo 2:5; João 14:6).

 
O vinho adulterado: a Mediação dos santos e da virgem Maria.

 
3.  A doutrina pura: Somos salvos pela graça (Efés 2:8, 9) e justificados pela fé, gratui­tamente (Rom 3:24).

 
O vinho adulterado: as Penitências, Obras Meritórias.

 
4.  A doutrina pura: A fé não anula a lei (Romanos 3:31), mas descreve a conduta ética cristã que vive aquele que foi perdoado e justificado pela fé na graça (João 8:3-11; 1João 3:4; Efésios 4:28; 1João 2:3-5). O crente guarda a lei como fruto da nova vida em Cristo; como expressão de amor a Cristo (João 14:15). A lei não foi mudada por Jesus e Ele não autorizou mudança nenhuma (Mat 5:17, 18). Por isso o crente guarda os Dez man­damentos da Lei de Deus (Apo 14:12).

 
O vinho adulterado: Ensina que se pode mudar a Lei e adulterá-la, conforme a pretensa autoridade da Igreja católica.

 
5.  A doutrina pura: O segundo mandamento da Santa Lei de Deus proíbe adorar, ou vene­rar, ou render culto a imagens (Êxo 20:4-6). Há muitíssimas declarações bíblicas que falam que é irracional pedir auxílio e render culto a objetos inanimados (Isa 44:9-20; 46:8-10). Deus disse que não quer ser adorado através das imagens (Isaías 42:8,17). Ele é Espírito e pe­de um culto espiritual (João 4:23, 24).

 
O vinho adulterado: Fazer imagens, acender velas perante imagens, pedir alguma graça, fazer promessas, orar ajoelhado diante de ima­gens, etc.

 
Mas está escrito na Lei de Deus dos Dez Mandamentos:

 
4 Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra ... 5 Não as adorarás, nem lhes darás culto; porque eu sou o Senhor, teu Deus, Deus zeloso.” [Êxo 20: 4-5].

 
6. A doutrina pura: O quarto mandamento ensina observar o santo Sábado (Êxodo 20:8-11). Nosso Senhor Jesus guardou o sábado (Lucas 4:16), a bem-aventurada virgem Maria e outras piedosas mulheres guardaram o Sábado (Lucas 23:54-56); Jesus Cristo disse que não se pode mudar a lei (Mat 5:17, 18). O Anticristo mudaria a Lei do Sábado pelo Domingo (Dan 7:25). Mas os fiéis guar­dariam os Mandamentos de Deus (Apo 14:12); por isso, no Novo Céu e na Nova Terra os justos  guardarão o santo Sábado (Isaías 66:22, 23). O Sábado será observado por toda a eternidade, como aliança perpétua, para sempre (Êxo 31:16-17).

 
O vinho adulterado: Trocaram o santo Sábado pela observância do Domingo. Deixaram de guardar o Dia do Senhor e ensinaram a guardar o Domingo, um falso sábado (Tiago 2:10; Lucas 6:46).

 
7. A doutrina pura: a alma é mortal e, portanto, não existe imortalidade da alma (Eze 18:4,20). Os mortos estão dormindo (João 11:11-14), inconscientes (Ecl 9:5, 6), até a ressurreição (João 5:28, 29), quando receberão a vida, ou a morte eterna (1Cor 15:20-23; Lc 14:14). Não há outra oportunidade depois da morte (Heb 9:27), nem pode alguém ser salvo por méritos de outra pessoa que está fazendo penitências (Rom 14:12).

 
O vinho adulterado: as doutrinas do Purgatório e Limbo, Indulgências, Imortalidade da Alma, Tormento eterno, Inferno  presente hoje, por toda a eternidade a arder, etc., derivadas da idéia errônea de que os mortos vivem e são imortais.

 
E existem muitos outros exemplos mais.

 
V – AS FILHAS DE BABILÔNIA

 
6. O que está escrito na testa da mulher babilônica, indicando que há igrejas-filhas que partilham de seus erros doutrinários?

 
Apo 17:5: “Na sua fronte, achava-se escrito um nome, um mistério: BABILÔNIA, A GRANDE, A MÃE DAS MERETRIZES E DAS ABOMINAÇÕES DA TERRA.

 
Note bem: diz o texto que Babilônia é MÃE. Ora, se é mãe, tem as suas filhas. Apocalipse 12 descreve a mãe verdadeira, a igreja pura. Babilônia também é uma mãe; ela é chamada a mãe das mere­trizes. Para ser a mãe das meretrizes, ela deve ter filhas que são meretrizes.

 
No credo do papa Pio IV, lemos: “Reconheço a Santa Igreja Católica Apostólica Romana como mãe e sobera­na de todas as igrejas (Joseph Faa Di Bruno, Catholic Belief pág. 253).

 
Se a Igreja Católica Apostólica Romana é mãe, as filhas são as Igrejas Protestantes, que nasceram dela, e seguem as suas doutrinas básicas.

 
Este é o mistério: Babilônia, a grande meretriz, vem de uma origem cristã, e representa uma igreja universal, que tem suas filhas, que são as Igrejas Protestantes apostatadas que surgiram de Babilônia, e adotaram as suas falsas doutrinas.  

 
A visão do Apocalipse revela que Roma é a Igreja-mãe. Esta tem filhos que a deixa­ram e filhas que saíram dela, mas, apesar de tê-la abandonado, conservam muito de seus vícios e da sua conduta religiosa equivocada. Saíram da casa da mãe meretriz, mas embriagados com o vinho doutrinário que ela havia adulterado.

 
A grande Babilô­nia inclui Roma papal e as outras igrejas guardadoras do domingo, que acreditam na Imortalidade da alma, e no Inferno eterno, que são as principais doutrinas da apostasia, que levam a outros erros graves. Isto pode causar admiração, mas Deus o revela com clareza.

 
VI – O CHAMADO MISERICORDIOSO DE UM DEUS AMORÁVEL

 
7. Por quais razões claras Deus castigará Babilônia?

 
Apocalip­se 14:8: “Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição.

 
Babilônia caiu moral e espiritualmente em suas falsas doutrinas e tem dado de beber do seu vinho de falsas doutrinas às nações de toda a Terra. Isto realça, indiscutivelmente, a tremenda importância que tem para Deus a necessi­dade de manter as doutrinas puras, como Ele as deu e o dever de respeitá-las e obedecê-las.
 
8. Há muitos que crêem que devemos reformar as igrejas que têm caído. Que diz Deus aos que estão em Babilônia?

 
Apo 18:4:Ouvi outra voz do céu, dizendo: Retirai-vos dela [de Babilônia], povo meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos.

 
De fato, amigo, a solução não é reformar as Igrejas, que se encontram em apostasia, tanto a Babilônia, como as filhas. A solução é sair delas, porque elas nunca mudarão. Pelo contrário, hão de se unir e ficar mais fortes contra os mandamentos de Deus e a Sua verdade.

 
Deus tem um povo em Babilônia. Muitas pessoas são sinceras e sairão de Babilônia. Elas serão conscientizadas dos erros e crimes de Roma papal, e não ficarão mais contentes com esse estado de coisas. Então, Deus lhes faz um veemente apelo e convida a todos os que estão no erro para que saiam de Babilônia.

 
9. Quais são as 2 razões pelas quais o Deus de amor nos ordena a sair das igrejas caídas no erro?

 
Apo 18:4: Vamos repetir e prestar muita atenção nas palavras do último convite divino. Disse o próprio Deus: Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos.”

 
De fato, a Babilônia mística, a confusão religiosa da Igreja de Roma não será mudada. É preciso sair de lá, a fim de não sermos cúmplices conscientes dos seus graves pecados e não participarmos de seus terríveis flagelos e pragas e maldições que cairão sobre ela.  

 
A razão pela qual há tantos sinceros dentro das igrejas equivocadas é porque ignoram o que temos descoberto ao estudar a revelação de Deus que está no Apocalipse. Mas permane­cer nestas igrejas depois de conhecer a vontade do Senhor seria um ato de desobediência e re­belião que identificaria essas pessoas com os pecados de Babilônia. Então, as pessoas que se identificaram com os pecados de Babilônia, serão destruídas juntamente com ela, recebendo o castigo com as pragas ou flagelos destinados a Babilônia. Por isso o Salvador diz: Sai dela, povo Meu.

 
VII – ATENDENDO À VOZ DE DEUS

 
10. Que conselho deu o apóstolo Pedro àqueles que des­cobriram que estavam em uma igreja equivocada?

 
Atos 2:37, 38: Ouvindo eles estas coisas, compungiu-se-lhes o coração e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, irmãos?
 
38  Respondeu-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo.

 
Lá estava uma grande multidão, que, após ouvirem a verdade, ficaram comovidos diante dos encantos do Evangelho e perguntaram aos apóstolos o que deveriam fazer. Então, o apóstolo Pedro lhes respondeu, declarando a verdade de Deus: Eles deveriam se arrepender e se batizar, a fim de receberem o poder do Espírito Santo.

 
O arrependimento é em relação aos pecados próprios de cada um. O batismo é realizado na “igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade”. [1Tm 3:15]. E o dom do Espírito Santo é dado a todos os sinceros que obedecem à voz de Deus que nos diz: “Sai dela, povo Meu.” [Atos 5:32;Apo 18:4].

 
Deus tem um povo ainda dentro de Babilônia, e é Ele mesmo que em misericórdia, antes que sejam derramados os juízos contra Babilônia, faz o último convite divino: “Sai dela, povo Meu”.

 
E qual será o resultado de ouvirmos a voz suplicante de Deus? O resultado é que se formará um povo sobre o qual Deus dirá: “Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.” [Apo 14:12]. Aqui está a Igreja que obedece a Deus mais do que aos homens. Aqui está a Igreja remanescente dos últimos dias.

 
CONCLUSÃO

 
Então, meu prezado amigo: O que  você fará com todo esse conhecimento?

 
Se a sua igreja não ensina a verdade, saia dela. Se a sua igreja não ensina a guardar os mandamentos de Deus, saia dela. Se a sua ensina o que contradiz a Bíblia, então, meu amigo, saia dessa igreja e busca a igreja de Deus que ensina toda a verdade.

 
“E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”. Não é a mentira que salva; não é a mentira que liberta do erro e do pecado. É somente a verdade que liberta.

 
Você já foi liberto? Da ignorância, do erro, da mentira, liberto do pecado, liberto do vício?

 
Então, não resista à voz do Espírito Santo: “Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração.”

 
Amigo, você está, por acaso, preso à Babilônia? Por meio de amizades, por interesses financeiros, por certos prazeres, por interesse de ser curado, por motivos familiares?

 
Mas, você deseja verdadeira satisfação e felicidade? Você deseja, sinceramente, a vida eterna? Então, entregue-se hoje mesmo a Jesus Cristo e a sua vida será completamente transformada.

 
 
Pr. Roberto Biagini
 
prbiagini@gmail.com
 
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