Revelando os Mistérios de Daniel - Capítulo nº 07 - Estudos Bíblicos Adventistas

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Revelando os Mistérios de Daniel - Capítulo nº 07

Revelando os Mistérios de Daniel
Reinos em Colisão
 
É um mistério o fato de explorarmos o espaço sideral, conquistarmos a Lua e obtermos outros maravilhosos triunfos tecnológicos e não termos competência para acabar com as guerras, os preconceitos de toda sorte, as desavenças políticas, os conflitos raciais, a destruição ecológica e outros mil problemas. Irão eles acabar um dia?  
 
Nos primeiros capítulos do livro, Deus revela um conflito entre Cristo e Satanás. O profeta Daniel descreve um conflito envolvendo a lei de Deus e questões de adoração. No capítulo 1, o rei Nabucodonosor, de Babilônia, profanou e saqueou o templo de Deus em Jerusalém, roubando os utensílios reais. No capítulo 2, Deus revela a Nabucodonosor que Ele era o Rei supremo através de uma grande imagem. Mas, no capítulo 3, Nabucodonosor decidiu construir uma gigantesca imagem, e decretou que todos se curvassem perante ela, afinal, quem era o mais poderoso governante da Terra? Com isso pretendeu ele contestar a ordem de Deus. No capítulo 4, Deus o lembra que Ele é o rei, e no capítulo 5, Belsazar, em meio uma festa real, profana mais um vez os utensílios sagrados do santuário. No capítulo 6, um decreto de morte é assinado e o ponto principal é adoração e obediência.
 
Preste atenção agora. Nos primeiros seis capítulos de Daniel há uma guerra fria, um combate de concussão da consciência. Nos próximos seis, ocorre uma cruenta batalha. Os temas nos primeiros seis capítulos de Daniel eram a obediência, a lei de Deus e a adoração. Quando lemos o capítulo 7 constatamos que ocorre uma transição. Nos seis primeiros capítulos, o rei literal da Babilônia, Nabucodonosor, ataca o templo literal de Jerusalém e tenta impingir uma adoração falsa. Nos seis últimos capítulos (Daniel tem doze capítulos; os seis primeiros são históricos e os seis últimos proféticos), surge um novo poder. O assunto deles não versa sobre o templo terrestre, mas sobre o próprio Céu ou o templo celestial. Um poder político-religioso aparece para se estabelecer, e não procura obrigar homens e mulheres a infringir leis humanas, mas a própria lei de Deus.  
 
As lições que aprendemos com Daniel nos primeiros seis capítulos fé, obediência e adoração ao verdadeiro Deus buscaremos aplicar aos últimos seis, onde nos é revelado um poder terrestre tentando modificar a essência da lei de Deus. Nunca entenderemos completamente os seis últimos capítulos de Daniel, se primeiro não compreendermos alguns detalhes sobre os dois templos bíblicos.  
 
O Santuário Terrestre e Seus Rituais
 
Tome sua Bíblia e abra-a no livro de Êxodo, capítulo 25. Deus ordenou que Moisés construísse um templo quando Israel vagueava no deserto. No verso 8 está escrito: ―E Me farão um santuário para que Eu habite no meio deles.‖ O livro de Daniel, em seus capítulos proféticos, admite a priori que os leitores tenham alguma noção sobre os dois santuários bíblicos. ―E Deus disse: Me farão um santuário, para que Eu habite no meio deles. Conforme tudo o que Eu te mostrar para modelo do tabernáculo, e para modelo de todos os seus móveis, assim mesmo o fareis.‖ O verso 40 adverte: ―Vê que os faças conforme o modelo que te foi mostrado no monte.‖  
 
Deus levou Moisés até o cume do Monte Sinai e lá revelou a Moisés as medidas e disposições do santuário terrestre. Esse se dividia em duas partes: lugar santo e lugar santíssimo, mais o pátio. Moisés o construiu conforme as medidas que Deus lhe deu no monte. Esse templo era uma ilustração viva do plano da salvação. Foi a maneira que Deus escolheu para mostrar ao povo o que era necessário para se prepararem para a vinda do Messias.  
 
No santuário do Velho Testamento, se alguém perdesse o controle, ficasse com raiva, amaldiçoasse a outrem, fosse desonesto ou cometesse qualquer outra violação da lei, era-lhe necessário ir ao santuário levando consigo um cordeiro, que não podia ter manchas ou defeitos. O culpado ia até o santuário e lá chegando apanhava uma faca e degolava o animalzinho, depois de ter confessado seus pecados com as mãos postas sobre a cabeça do cordeiro. Os pecados eram transferidos simbolicamente do pecador para a vítima inocente. O pecador tinha errado, transgredido e deveria morrer pagando a penalidade da transgressão, mas sua culpa era transferida para o animal inocente, que deveria arrostar a penalidade em lugar do infrator. O pecador degolava o animal e o sangue respingava no chão. Então o cordeiro era colocado sobre o altar para ser consumido pelo fogo, o sangue, colhido numa bacia, era levado pelo sacerdote para dentro do santuário. O pecado tinha sido simbolicamente transferido do pecador para o cordeiro. Ora, pense: me-recia o cordeiro morrer? Não, de jeito nenhum! O pecador é quem merecia a morte. Mas quando o cordeiro era morto, ele representava o pecador; estava em lugar dele.  
 
O pecador ia para o santuário cheio de culpa, condenado pela lei, mas quando confessava seu pecado, esse era transferido figurativamente para o cordeiro. Mas espere um momento, o que isso tudo representava? Você se lembra de que quando Jesus veio até as margens do Jordão, João Batista disse: ―Esse é o cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo.‖ Jesus é nosso Cordeiro, merecemos morrer porque quebrantamos a lei de Deus, ser sepultados no esquecimento e jamais sair do sepulcro. Quando ficamos nervosos, amargurados, com raiva, criticamos, temos pensamentos imorais ou somos desonestos, merecemos morrer, mas Deus mesmo tomou sobre Si, através do simbolismo do cordeiro, nossos pecados. O cordeiro representava Cristo. O cordeiro não podia salvar a ninguém e nem tampouco seu sangue. Era, em realidade, o sangue de Cristo que salvava.  
 
O sacerdote, depois de lavar as mãos, levava o sangue para dentro do santuário. No primeiro compartimento do templo havia a mesa dos pães da proposição. Cada pão representava a Cristo, que é o Pão da Vida, nossa real nutrição. O candelabro, que ficava à esquerda de quem entrava no recinto sagrado, representava a Cristo, a Luz da Vida, para iluminar nossa vida. À frente, junto da cortina divisória que ficava entre os lugares santo e santíssimo, ficava o altar de incenso, que representava a fragrância de Cristo, a beleza, a justiça e a perfeição de Sua vida, subindo diante de Deus como incenso. Merecíamos morrer, mas Cristo como o Pão da Vida, nutre-nos e mantém-nos vivos. Cristo, a Luz da Vida, revela-nos a verdade. Cristo, o Cordeiro, morreu por nós. Sua justiça e vida perfeita se apresentam diante de Deus para interceder por nossa imperfeição.  
 
Diante do véu, o sacerdote espargia o sangue. Por trás desse pesado cortinado, estava o Lugar Santíssimo onde ficava a arca do concerto contendo a sagrada Lei de Deus, que fora transgredida, violada, pelo pecador. O sangue representava o sacrifício de Cristo que cobria os pecados do homem. A Lei havia sido quebrada, mas o pecador fora perdoado por causa do sangue. Todo israelita sabia que lá no santuário qualquer pecado seria perdoado.  
 
Homens e mulheres que deveriam a rigor ser punidos por sua desobediência, podiam ser perdoados. O cordeiro representava a Jesus; o sacerdote representava a Jesus, que intercede por nós quando você e eu pecamos. Podemos nos ajoelhar diante de Deus e saber que Cristo, nosso Cordeiro, morreu mas vive para sempre. Ele é o Sumo Sacerdote Jesus.  
 
Havia um santuário na Terra, mas ele era apenas uma maquete do grande original, o santuário celeste. Abram a Bíblia no livro de Hebreus, capítulo 8, versos 1 e 2. Tudo isso é fundamental para entendermos os últimos capítulos de Daniel. O conflito relatado nos derradeiros capítulos de Daniel, refere-se ao santuário celestial. Porém, uma vez que o santuário terrestre era uma cópia daquele que estava no Céu, podemos, através do que aconteceu na Terra, entender o que está acontecendo no Céu. Eis o teor dos versos: ―O ponto principal do que estamos dizendo é que temos um sumo sacerdote tal, que se assentou à destra do trono da Majestade nos céus, como ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo, que o Senhor fundou, e não o homem.‖  
 
Havia um santuário na Terra, certo? E havia um santuário no Céu. Nos seis primeiros capítulos de Daniel, Nabucodonosor, Belsazar e todos os babilônios atacaram o santuário terrestre. Mais tarde, nos dias de Salomão, foi construído um grande templo em Jerusalém, posteriormente acometido pelo rei babilônio. Daniel ficou conhecido como sendo fiel a Deus em meio àqueles ataques. Na última metade do livro de Daniel, não é um santuário terrestre que é alvo de ataques, mas Satanás, trabalhando na mente de forças religiosas espúrias, ataca o santuário de Deus.  
 
Bestas Proféticas
 
Vamos estudar essa questão no capítulo 7. Neste momento estamos iniciando o exame de um dos mais excitantes e emocionantes capítulos da Bíblia. Nele veremos o que está realmente acontecendo no Universo, a respeito da luta entre o bem e o mal. Isso é bem mais fascinante do que qualquer produção de Hollywood, que qualquer obra de ficção ou novela televisiva. Trata-se do conflito universal entre Deus e Satanás. Envolve a sala do trono divino, o tabernáculo de Deus no céu.  
 
A essa altura de sua vida, Daniel deveria ter mais ou menos 62 anos de idade, e teve sua primeira visão. Ele interpretou visões anteriormente, mas a do capítulo 7 foi sua primeira visão e maior experiência espiritual. E por falar na experiência espiritual desse profeta, constatamos que ela se tornou mais e mais rica com o passar do tempo. Alguns dizem que quando alguém se converte, é possuído de grande exuberância espiritual e declina pouco ou muito ao cabo de anos. Mas a experiência de Daniel com Deus ficou cada vez mais viçosa, vigorosa. Não diminuiu com o passar do tempo.  
Vamos ao versos: ―No primeiro ano de Belsazar, rei de Babilônia, teve Daniel, na sua cama, um sonho e visões da sua cabeça. Então escreveu logo o sonho, e relatou a suma das coisas. Disse Daniel: Na minha visão da noite eu estava olhando, e vi que os quatro ventos do céu agitavam o Mar Grande. Quatro animais grandes, diferentes uns dos outros, subiam do mar. O primeiro era como leão, e tinha asa de águia. Eu olhei até que lhe foram arrancadas as asas, e foi levantado da terra, e posto em pé como um homem, e foi-lhe dado um coração de homem. Continuei olhando, e vi o segundo animal, semelhante a um urso, o qual se levantou de um lado, tendo na boca três costelas entre os dentes, e foi-lhe dito: Levanta-te, devora muita carne. Depois disto, continuei olhando, e vi outro animal, semelhante a um leopardo, e tinha quatro asas de ave nas costas. Este animal tinha quatro cabeças, e foi — lhe dado domínio. Depois disto continuei olhando nas visões da noite, e vi o quarto animal, terrível e espantoso, e muito forte, o qual tinha dentes grandes de ferro; ele devorava e fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobrava. Era diferente de todos os animais que apareceram antes dele, e tinha dez chifres.‖ (Versículos 1 a 7).  
 
Que viu Daniel? Um mar agitado e, simbolizado por bestas ou animais, viu reinos em confronto. O que esses símbolos proféticos representam?
 
Símbolos proféticos
 
             Mar          =            Pessoas/nações em                Apocalipse 17:15

Bestas       =       Reis/reinos em                     Daniel 7:17
 
           Ventos     =        Discórdias/destruição em       Jeremias 49:36–37
 
 
Algumas vezes, ao estudarmos a Bíblia, deparamos símbolos que parecem complexos e difíceis de entender. Daniel olhou e viu quatro bestas surgirem, uma após outra. Um leão, um urso, um leopardo e um dragão. Esses animais subiam de um mar agitado. Na Bíblia, bestas ou animais representam reis ou reinos, como vocês podem constatar em Daniel 7, verso 17: ―Estes grandes animais, que são quatro, são quatro reis que se levantarão da terra.‖ Hoje mesmo existem reinos representados por animais. Por um bom tempo a Rússia foi representada por um urso, a Inglaterra por um leão. Os símbolos modernos das nações são apenas ilustrativos. Nos tempos de Daniel as nações era representadas por bestas. Então, no verso 17 vimos que uma besta representava um rei ou um reino.
 
O que significa o surgimento das bestas do mar, da água? A Bíblia diz que as bestas surgiram do Mar Grande. Segundo Apocalipse 17, verso 15, mar representa pessoas ou nações. Nós mesmos usamos símbolos em nossa linguagem. Algumas vezes dizemos, para referir-nos a uma grande concentração de gente, ―um mar de gente‖.  
 
E os ventos? Você está lembrado de que Daniel 7 diz que ―os quatro ventos se agitavam sobre o Grande Mar‖? O que o vento representa? Segundo Jeremias 49, verso 36, vento simboliza discórdia e destruição. O profeta viu um grande mar agitado. Agora vamos fazer uma ligação entre símbolos e realidades e você verá como é fácil entender as profecias bíblicas. Nos versos 2 e 3 está escrito: ―Disse Daniel: Na minha visão da noite eu estava olhando, e vi que os quatro ventos do céu agitavam o Mar Grande. Quatro animais grandes, diferentes uns dos outros, subiam do mar.‖  
 
Ora, se ventos representam discórdia, conflitos, então quatro ventos representavam conflitos ao redor do globo. Esses ventos sopravam sobre o Grande Mar. Mas o que é o Grande Mar? Vimos que águas, mares, significam pessoas ou nações. Ventos soprando sobre o mar são representativos de conflitos, discórdias e guerras entre a humanidade.  
 
Quando pensamos em ventos fortes, vêm-nos à mente furacões, ciclones, tornados, tufões, desastres da Natureza, produzindo devastação. Assim, os quatro ventos simbolizam destruição. Eles sopram sobre povos, nações, e das guerras ou conflitos entre os homens surgem quatro grandes bestas ou reinos em seqüência, uma após outra. O primeiro desses reinos é representado como um leão com asas de águia. Você se recorda de quando estudamos a profecia do capítulo 2, que tinha uma grande imagem? Aquela grande imagem era construída de quatro metais: ouro, prata, bronze e ferro, e tinha dez dedos de ferro e barro. Os quatro metais representavam reinos: Babilônia, Medo-Persa, Grécia e Roma. Agora temos quatro bestas. Assim como o ouro é o principal dos metais, o leão é o rei dos animais. O primeiro metal representava Babilônia, a primeira besta também era figurativa desse reino.  
 
Na seqüência dos tempos proféticos, como estudamos na Bíblia, Deus sempre começa no ponto onde o profeta está. Isso faz sentido, não é verdade? Ele começou por Babilônia. Quando o reino caldeu estava para desaparecer, o Senhor iniciou pela Medo- Pérsia, depois vieram Grécia e Roma. Deus usou o leão para representar Babilônia. Na verdade, Isaías e Jeremias diziam que Babilônia era como um leão. Exatamente como o ouro, o principal dos metais, representava Babilônia, o leão com asas de águias representava Babilônia. Mas as Escrituras dizem que após Babilônia, que governou o mundo de 605 a 539 AC, surgiria outra nação e que ela seria representada por um urso. Daniel 7, verso 5: ―Continuei olhando, e vi o segundo animal, semelhante a um urso…‖ Esse urso tinha três costelas em sua boca. Quem derrotou Babilônia? MedoPérsia. As três costelas na boca do urso representavam as três nações que a Medo-Pérsia precisava abater para dominar o mundo Babilônia, Lídia e Egito. E a Medo-Pérsia, feroz como um urso faminto e sedento de sangue, conquistou o mundo.  
 
Havia, porém, uma terceira besta. Daniel 7, verso 6: ―Depois disto, continuei olhando, e vi outro animal, semelhante a um leopardo, e tinha quatro asas de ave nas costas. Este animal tinha quatro cabeças, e foi-lhe dado domínio.‖ Observem a precisão da profecia bíblica. Quem submeteu e liquidou a Medo-Pérsia? A voz da história confirma: Grécia. O que você sabe sobre a Grécia? A Grécia conquistou rapidamente o mundo sob o comando de Alexandre, o Grande. Se você quisesse descrever uma conquista rápida, qual animal escolheria? Um elefante? Provavelmente não. O que vocês escolheriam? Um leopardo ou um guepardo, que alcança velocidade final de 100km/h. E se você ainda quisesse tornar o leopardo mais rápido, que faria? Colocaria asas nele. Assim fez Deus para predizer a rápida ascensão de Alexandre, o Grande um leopardo com asas. Quando Alexandre morreu, seus quatro generais, Cassandro, Lisímaco, Ptolomeu e Selêuco o substituíram. Não é preciso decorar esses nomes excêntricos, mas apenas memorize que foram quatro generais. Alexandre morreu bêbado com 33 anos de idade e seus quatro principais generais disseram: ―Por que eleger novo imperador? Vamos dividir o império.‖ Então, Ptolomeu ficou com o Egito e o resto do império foi dividido em quatro partes.  
 
A profecia não adivinha, afirma. Deus descreveu Alexandre como um célere conquistador do império grego, como um leopardo. Por ter sido velocíssimo em suas conquistas, o Senhor colocou quatro asas no símbolo que o representava. Por que Deus sabia que Alexandre morreria cedo, colocou quatro cabeças no leopardo, significando que o império grego seria dividido em quatro reinos ou reis. Para que entendêssemos o conflito entre o bem e o mal e a conjuntura dos últimos dias, Deus passou rapidamente por essas bestas porque quer que nossa concentração esteja posta na intensa batalha entre o bem e o mal; o conflito que envolve a verdade, a justiça, a lei de Deus. A porção histórica do livro nos dá suporte para enfrentarmos os últimos conflitos terrestres.  
 
Uma Besta Terrível e Espantosa
 
Vamos ler Daniel 7, verso 7: ―Depois disto, continuei olhando nas visões da noite, e vi o quarto animal, terrível e espantoso, e muito forte, o qual tinha dentes grandes de ferro; ele devorava e fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobrava. Era diferente de todos os animais que apareceram antes dele, e tinha dez chifres.‖ Surge agora no panorama profético uma besta ou animal diferente e possui dez chifres. Você se lembra de qual nação derrotou a Grécia? Roma, certo? O império romano, por sua vez, foi dividido em 10 partes. Observem o paralelismo. Na imagem de Daniel, temos quatro metais: a cabeça de ouro, os braços e o peito de prata as coxas de bronze e pernas de ferro. No capítulo 7, animais. Eis um quadro das correspondências proféticas.  
   
Daniel 2: Ouro, Prata, Bronze, Ferro

Daniel 7: Leão, Urso, Leopardo, Dragão
 
 
Algumas vezes as pessoas se perguntam por que metais em Daniel 2 e bestas em Daniel 7. Por este motivo: com os metais Deus queria destacar que cada império terreno seria temporário. Ouro, prata, bronze, ferro e ferro misturado com barro, todos eram transitórios. O Imperador do Universo quis ensinar a grande verdade sobre a fragilidade dos reinos terrenos em comparação com o Seu, que perduraria para sempre e era representado pela pedra que destruiu a imagem. Em Daniel 7, Deus não está focalizando a duração de reinos mas uma guerra. Por isso Ele usa bestas selvagens. Elas atacam o reino de Deus e seus interesses. Debalde, porém, porque o reino de Deus permanece eternamente.  
 
Os pés da imagem de Danie12 possuíam 10 dedos, a quarta besta tinha dez chifres. O quarto metal representava Roma e a quarta besta também. Como os dez dedos significavam as dez divisões do império romano, os dez chifres desse império queriam dizer a mesma coisa.  
 
A esta altura, recordemos rapidamente os grandes impérios: Babilônia a cabeça de ouro, o leão; peito e braços de prata; MedoPérsia, o urso; ventre e coxas de bronze representando a Grécia, o leopardo. O ferro e o dragão representando Roma.  
 
Existe uma comparação entre Danie12 e Daniel capítulo 7.
 
Vejamos aqui uma sinopse do que foi dito:  
   
Babilônia: Ouro, Leão
         
Medo-Pérsia: Prata, Urso
      
Grécia: Bronze, Leopardo       
         
Roma: Ferro, Dragão    

Dez dedos: Dez Chifres     
      
Os dez dedos da imagem correspondem às dez divisões de Roma, assim como os dez chifres da quarta besta representam a mesma coisa, isto é, o fracionamento do império romano. A fase final da visão do capítulo dois é a queda da pedra que destruiu a imagem, estabelecendo o reino de Cristo. No capítulo 7, acontece algo novo. O profeta fala sobre o mesmo tema do capítulo 2, mas amplia a linha de tempo até alguns anos antes da vinda de Cristo. Ele refere eventos que ocorrerão antes do retorno de Jesus à Terra. O capítulo 2 trata da história passada e nos guia até a vinda de Cristo. No capítulo 7, um tratamento especial é dado aos acontecimentos que ocorrerão em nossos dias, antes da volta gloriosa de Cristo.  
 
Vamos novamente consultar a Bíblia. Daniel 7: 8. Nessa passagem é apresentado um novo poder. ― Estando eu observando os chifres, vi que entre eles subiu outro chifre pequeno; e três dos primeiros chifres foram arrancados diante dele. Neste chifre havia olhos como os olhos de homem, e uma boca que falava com vanglória.‖ O que faria esse pequeno chifre? ―Quanto aos dez chifres, daquele mesmo reino se levantarão dez reis. Depois deles se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá três reis.‖ Não importa o que seja, esse chifre não é igual aos outros, que são políticos. Esse chifre excêntrico ―proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e as leis. Eles serão entregues nas suas mãos por um tempo, e tempos, e metade de um tempo.‖ (verso 25) ―Mas o tribunal se assentará em juízo.‖ (verso 26). Nos últimos dias da história, surgiria o poder chamado de pequeno chifre. Ele modificaria não leis humanas mas a lei de Deus.  
 
Vamos dar uma repassada nas grandes eras históricas.
   
Babilônia: 605 a 539 AC
          
Medo-Pérsia:539 a 331 AC     

Grécia:331 a 168 AC      

Roma: 168 AC a  351 DC      

Império dividido: 351 a 476 DC      
Identificando o Chifre Pequeno
 
A história tem seguido fielmente a profecia, como um preciso mapa. Deus falou sobre a Babilônia e Medo-Pérsia, mencionou nominalmente o rei Ciro, descreveu a Grécia, falou sobre Alexandre, o Grande, referiu-Se aos quatro generais da Grécia. Disse que a Grécia também cairia e que Roma governaria o mundo. Revelou as dez divisões do império romano, o que realmente aconteceu no período de 351 a 476 AD. E sob a égide desse pequeno chifre ocorreria uma terrível traição à verdade, um abandono temeroso dos princípios da Palavra de Deus.  
 
Durante o período a que chamamos de Idade Média ou Idade Escura, surgiu uma grande Igreja apóstata que governou o mundo desde 538 até 1798 AD, Como bem nos comprova a história. Como a verdade bíblica fora lançada por terra daí a denominação ―Idade Escura‖ ao tempo em que prevaleceu o obscurantismo religioso, científico e político urgia que essa verdade renascesse antes da vinda de Cristo. Homens e mulheres seriam atraídos para a verdade de Deus um pouco antes da vinda do reino de Cristo. Esta é a profecia mais empolgante de toda a Bíblia.  
 
Abra a Bíblia no livro de Atos, capítulo 16, e leia algumas coisas que o apóstolo Paulo disse, as quais o ajudarão a formar uma perspectiva mais definida da questão. Vamos ler os versos 30 e 31: ―Então tirou-os para fora, dizendo: Senhores, que é necessário que eu faça para me salvar? Responderam eles: Crê no Senhor Jesus Cristo, e serás salvo, tu e a tua casa.‖ Respondendo ao angustioso apelo do carcereiro de Filipos, o apóstolo Paulo ensinou-lhe a essência do evangelho, a salvação pela graça, mediante a fé, através de Jesus Cristo, e não as tradições da Igreja ou de algum sistema religioso terrestre. Daniel profetizou que surgiria um poder enganador que lograria homens e mulheres, e os levaria a abandonar a verdade e a Cristo Jesus. Esse antagonista da verdade iria instituir seu próprio sistema. Haveria uma apostasia no seio da Igreja cristã que levaria ao abandono da singela verdade escriturística sobre a amplitude e objetivos da morte de Jesus, sobre seu poder redentivo, perdoador. Essa abjuração da fé negaria que Cristo é a nossa Luz e nosso Sumo Sacerdote no santuário. O santuário terrestre de Deus seria dirigido por um sistema terreno e um sacerdote humano.
 
Voltemos a Daniel, capítulo 7, e leiamo-la com atenção para descobrir algo mais sobre o poder desse pequeno chifre. Quem é ele? Quando surgiu? De que informações dispomos sobre essa apostasia do cristianismo? Verso 8, agora: ―Estando eu observando os chifres, vi que entre eles subiu outro chifre pequeno.‖ Quem são esses chifres? Como surgiu o pequeno chifre dentre eles? Verso 24: ―Quanto aos dez chifres, daquele mesmo reino se levantarão dez reis [dez divisões do império romano] e o outro pequeno chifre será diferente dos outros que surgiram.‖ Espere um momento! esse pequeno chifre está surgindo entre os dez maiores e isso parece deixar claro que ele deve surgir dentro do império romano dividido, concorda?  
O pequeno chifre misterioso
 
•  Surge entre os dez chifres  
 
•  Surge depois dos dez chifres  
 
•  Destrói três chifres
 
Observe agora mais detalhes dessa figura: tinha olhos como os de um homem e falava grandes coisas. Atende agora para a lógica do raciocínio: se os dez chifres representam as dez divisões de Roma e se esse pequeno chifre surge entre os dez, em que lugar deveria aparecer? Em algum lugar dentro dos limites do velho império romano ou na Europa. Se ele está surgindo após os 10 chifres, porque a Bíblia diz que ele surgiu depois deles, tem de aparecer em algum lugar em seguida à derrota do império romano. Ele destruiria três chifres, isto é, três divisões das dez em que Roma foi repartida, porque esses não aceitariam os dogmas e imposições desse poder. Diz a Bíblia que ele tem olhos como os olhos de homem. Posso imaginar qual seja o significado disso: esse poder tem olhos como de um homem. Na Bíblia, algumas vezes, um profeta é chamado por outro nome vidente. Por que um profeta é chamado de vidente? Porque o profeta não vê com os seus próprios olhos mas com os olhos de Deus. Então essa força possuía os olhos de Deus ou olhos de homem? Olhos de homem. Olhos, na Bíblia, freqüentemente representam sabedoria ou entendimento.  
 
Deixe essa passagem marcada em sua Bíblia e vamos até Efésios, capítulo 1, verso 18: ―Para que sejam iluminados os olhos do vosso entendimento…‖ Note que estes são olhos do entendimento. Portanto esse poder não tinha a mente de Deus, mas dos homens. Nos primeiros séculos da era cristã, um poder despontaria na Europa, especialmente em Roma. Ele viria não com a sabedoria ou o entendimento de Deus, mas com o entendimento humano.  
 
O verso 24, de Daniel 7, diz que no império romano aconteceriam dez divisões e que um pequeno chifre surgiria no meio delas, sendo diferente dos outros. O que significa diferente? Os demais poderes eram de índole política, porém, o chifre pequeno seria diferente, não político, mas religioso. Por isso, já nos primeiros séculos da era cristã poderíamos esperar o surgimento de um poder religioso. Ele estaria baseado na sabedoria e entendimento humanos. Ocorreria um abandono da verdade da Palavra de Deus. Por causa da filosofia e interesses inconfessáveis do poder do chifre pequeno, ele perseguiria o povo de Deus e se atreveria a mudar Sua santa lei.  
 
Note o que revela a profecia; Daniel 7, verso 25: ―Proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e as leis.‖ Esse poder assomou ao cenário mundial nos primeiros séculos de nossa era e fez com que a tradição humana tomasse o lugar da infalível Palavra de Deus. Ele haveria de surgir do império romano pagão e seria diferente dos poderes anteriores Babilônia, Medo-Pérsia, Grécia, Roma e das dez divisões. A diferença: seria um poder político-religioso. Vejamos suas principais características: Primeira ―Proferirá palavras contra o Altíssimo‖.O que significa proferir palavras contra o Altíssimo? Quer dizer colocar a si mesmo na posição de Deus, usurpar-Lhe a autoridade. Segunda: ―Destruirá os santos do Altíssimo‖, ou perseguiria aqueles que não aceitassem sua ideologia político-religiosa. Terceira: ―E cuidará em mudar os tempos e as leis.‖ A Bíblia previu que haveria uma apostasia no seio da cristianismo. Isso aconteceu? Leiamos Danie18, verso 12: ―O exército lhe foi entregue, com o sacrifício contínuo, por causa das transgressões. Lançou a verdade por terra, e prosperou em tudo o que fez.‖ A verdade de Deus seria lançada por terra; a tradição tomaria o lugar das Escrituras. Despontaria de Roma um poder político-religioso que substituiria a Bíblia por ensinamentos humanos e teria o absurdo desplante de mudar a lei de Deus.  
 
O apóstolo Paulo ficou muito preocupado com isso. Vá para o segundo livro de Tessalonicenses, capítulo 2. Esse capítulo evidencia a tremenda aflição de Paulo por causa do abandono da verdade, dos princípios da Palavra de Deus, nos últimos dias de nossa história. Leiamos o verso 3: ―Ninguém de maneira alguma vos engane, pois isto não acontecerá sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição.‖ As Escrituras são muito claras nos últimos dias a verdade de Deus seria mudada e abandonada. Preste atenção e perceba o que a Bíblia ensina. Haveria grandes nações que governariam o mundo: Babilônia, Medo-Pérsia, Grécia, Roma pagã, e depois de Roma pagã o reino seria dividido em dez partes. De Roma se desenvolveria um novo sistema de características político-religiosas que pretenderia instituir o templo de Deus na Terra, com sacrifícios e sacerdotes terrestres.  
 
À medida que esse sistema fosse se desenvolvendo, a tradição tomaria o lugar da Escritura. N a Idade Média aconteceria o abandono dos claros ensinamentos da Palavra de Deus. Jesus rogou, em Sua oração ao Pai: ―Santifica-os na verdade, a Tua palavra é a verdade.‖ João 17: 17. Pedro disse, em Atos 5:29: ―Mais importa obedecer a Deus do que os homens!‖ Em Marcos 7:7, Jesus protestou: ―Em vão, porém, Me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens.‖ Foi exatamente isso que a Bíblia profetizou. Daniel viu o leão, o urso, o leopardo e o dragão; viu os dez chifres e o pequeno chifre; viu a apostasia, o abandono da verdade em toda a Terra; viu a rebelião contra a lei de Deus. Então ele olhou para o Céu e o que viu? O santuário celeste.  
 
Por favor, volte para Daniel 7, versos 9 e 10: ―Eu continuei olhando, até que foram postos uns tronos, e um Ancião de Dias Se assentou. Sua veste era branca como a neve, e o cabelo da Sua cabeça como lã puríssima. O Seu trono era de chamas de fogo, com rodas de fogo ardente. Um rio de fogo manava e saía de diante dele. Milhares de milhares estavam diante dele. Assentou-se o tribunal e abriram-se os livros.‖ Daniel disse: eu vi da terra e olhei para os céus e eu vi Deus, o Ancião de dias, sentado no seu trono. E lá, o julgamento começou. E o chamado foi para que homens e mulheres voltassem a obedecer a lei de Deus, que obedecessem a palavra de Deus. Um pouco antes da Vinda de Cristo, haverá um último chamado, um chamado de retorno para a bíblia, um chamado para a verdade. Um chamado para a obediência, um chamado para a adoração e a harmonia com a lei de Deus.  
 
Verdade ou Tradição?
 
Algumas vezes as pessoas perguntam sobre qual é a diferença de seguir ou não a Deus? A diferença é a lei de Deus ou a tradição dos homens; ensinamentos humanos ou a Palavra de Deus.  
 
Tempos atrás ouvi uma história que me parece própria para ilustrar o que estamos considerando. É a história de Bill, um jovem que cresceu numa fazenda. Nunca havia qualquer pergunta sobre o futuro de Bill. Ele seria um fazendeiro como seu pai. Ele foi para a faculdade e estudou agricultura, obtendo habilitação científica, mas ele se preocupava como conseguiria o dinheiro para comprar uma fazenda.
 
Um dia, seu pai disse: ― Bill, estou envelhecendo. Estou quase para me aposentar. Eu gostaria de dar a fazenda a você‖.  
 
Bill ficou mudo. Seu problema estava resolvido!  
 
Mas o velho homem acrescentou: ―Há apenas uma ressalva. Quero que você dirija a fazenda no primeiro ano exatamente de acordo com minhas instruções. Depois disso, ela é sua.‖  
 
Isso era muito justo. Seu pai era um bom fazendeiro. Ele sabia o que estava fazendo. E pensar que depois de um ano a fazenda seria sua!  

 
Os dois homens passaram os próximos dias indo de campo em campo. Bill levava consigo um caderno de apontamentos e escrevia aquilo que seu pai desejava que ele cultivasse em cada campo. Então seu pai e sua mãe saíram de férias.
 
Bill estava curioso. Seria interessante ver como as instruções de seu pai se harmonizavam com aquelas que ele havia aprendido na faculdade. Ele apanhou seu kit de testes de solo e começou a circular pela fazenda. Enquanto ia de campo em campo, ficava impressionado com a sabedoria de seu pai. De cada terreno, seu pai havia retirado um punhado de terra e examinado cuidadosamente antes de decidir o que plantar. E ele estava certo todas as vezes. Ele escolhia o tempo certo para a cultura, o que estava exatamente de acordo com o que Bill estudara na faculdade, e que se daria melhor naquele tipo de solo.  
 
Assim foi até que Bill chegou ao último campo. Seu pai havia dito para plantar milho ali, mas ele deve ter cometido algum engano. A terra era arenosa e pobre. Plantar milho? As raízes rasas seriam arrancadas do solo pelo vento mais brando. Mesmo que as hastes não se dispersassem, o milho se apresentaria debilitado. ―Papai deve ter cometido um grande engano‖, pensava.  
 
A análise de Bill mostrou que a terra se prestaria muito melhor para amendoim. ―Papai gostaria que toda colheita fosse um sucesso. Ele ficaria satisfeito em ver que todo o dinheiro que gastou na educação de seu filho tinha sido bem aplicado‖, considerou Bill. Assim, plantou ali amendoins.  
 
No tempo da colheita, seu pai retomou e disse que a fazenda nunca lhe pareceu tão boa como agora. Bill tomou-o consigo e mostrou-lhe o trigo, as batatas e a alfafa.  
 
―Mas onde está o milho?‖, seu pai quis saber. ―Pensei ter-lhe dito para plantar milh0.‖  
 
―Bem, papai‖, disse Bill, ―ele estava justamente aqui neste campo. Eu fui e testei a terra em todos os campos. Você teve razão em tudo, exceto neste. Assim pensei que você tinha cometido um engano. Achei que você preferia antes ver um bom campo de amendoins do que um doentio campo de milho.‖  
 
Seu pai balançou a cabeça tristemente. ―Bill‖, disse ele, ―você não seguiu minhas orientações em todos esses campos, mas suas próprias opiniões. Aconteceu que você concordou comigo em todos os pontos, exceto um. Mas logo que houve um problema, você fez o que bem entendeu, a despeito do que eu lhe havia dito. Sinto muito, Bill, mas você terá que procurar um outro lugar para sua própria fazenda.‖  
 
Deus nos deu instruções nos Dez Mandamentos e em Daniel 7, a Bíblia nos ensina que um poder político-religioso iria surgir e colocaria a tradição na frente da Bíblia, a palavra dos homens na frente da Palavra de Deus, a lei dos homens na frente da lei de Deus. Mas, nos últimos dias, Deus chamaria homens e mulheres para retomarem à obediência. E o problema não é uma fazenda, mas a vida eterna.  
 
Pare e pense um pouco. Pergunte-se se já tomou a decisão de seguir a Deus e não aos homens e suas tradições nulas? Já optou pela obediência à lei de Deus e não aos decretos dos homens?  
 
Oremos:Gostaríamos de dizer ao Senhor: “Quero hoje tomar a decisão de fazer o que Tu mandares, de seguir a Tua lei e não os ensinamentos dos homens. Quero tomar a decisão de, no conflito entre o bem e o mal, ser leal a Ti. A Tua lei não pode ser mudada, muito menos por homens. Aceito-a em sua integra, Ó Senhor. Pai nosso, Tu conheces todas as coisas e vês os nossos corações. Estamos vivendo nos últimos dias, quando Teu chamado ecoa por todo o mundo para alcançar a todos os homens. Quero ser fiel a n hoje e sempre, Amém.‖  
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